Acabei de voltar da Assembleia Legislativa/SP onde aconteceu o lançamento da Plataforma Ambiental. Se você não sabe o que se trata, não tem problema, chegou a hora de saber.
2010, ano de eleições. É importante refletirmos quais atitudes esperamos dos nossos futuros dirigentes(Presidente, Senador, Governador, deputados federais) e quais caminhos devemos seguir para atingir nossos objetivos. Pensando nisso, a Fundação SOS Mata Atlântica com a ajuda da Frente Parlamentar Ambientalista se reúniu para desinvolver esse documento, que tem como função: destacar as príncipais questões ambientais a serem discutidas, respondidas e solucionadas nos próximos anos.
• Agenda Institucional
• Agenda das Mudanças Climáticas
• Agenda Água e Saneamento
• Agenda Biodiversidade e Florestas
• Agenda dos Incentivos Econômicos e Fiscais
Espera-se com esta iniciativa não só alertar os políticos mas também envolver todos nós, eleitores a participar cobrando, insentivando politicas publicas e o desenvolvimento de leis aos governadores e parlamentares.
O site da iniciativa além de explicar com detalhes como participar, também conta com um sistema para os internautas enviarem fotos do momento em que entegaram a Plataforma ao seu candidato e também um espaço para os políticos se pronunciarem a respeito.
Exibições de curtas, documentários e outras produções audiovisuais voltados à questão socioambiental, acompanhados de debates
Durante o mês de agosto, a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ) receberá aII Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), com o apoio do Ministério da Cultura (MinC). O evento, também conhecido como Circuito Tela Verde, traz produções com temáticas socioambientais com o objetivo de sensibilizar e estimular o debate sobre as questões ambientais.
A mostra será apresentada nos dias 07, 14, 21 e 28 de agosto (sábados), das 10h às 13h. Serão exibidos 29 vídeos, entre curtas de animação de um minuto, documentários e entrevistas produzidas por agentes ambientais de diferentes regiões do Brasil, oferecendo um panorama das realidades locais.
A programação foi dividida em cinco grandes temas: Sustentabilidade, Desenvolvimento Insustentável, Biodiversidade, Água e Lixo. Os filmes serão exibidos das 10h às 11h e das 11h30 às 12h30, seguidos de debates sobre o conteúdo registrado nos filmes, mediados por técnicos e docentes da UMAPAZ.
A participação é gratuita e não é preciso inscrever-se. Pedimos ao público que chegue 15 minutos antes do inicio dos horários de exibição.
Programação:
07 de agosto – Sustentabilidade - Comunidade Boca do Mamirauá: Um pouco da nossa vida por nós mesmo (15’20”)
- Mutum até debaixo d’água (12’09”)
- Mutum – Madeira (12’09”)
- Projeto Agroflorestal (17’35”)
- O Assobiador (13’59”)
- Patrimônio natural e a degradação (8’)
- Da margem ao Centro: o outro lado do desenvolvimento (34’)
- Perigos no caminho das tartarugas (8’33”)
14 de agosto – Desenvolvimento Insustentável
- Até quando (3’46”)
- A era do ouro (13’18”)
- BR nas aldeias (15’42”)
- Icaraí em ruínas (9’10”)
- Máquinas (2’20”)
- Mãe terra (15’11”)
- População rural e ribeirinha (13’49”)
21 de agosto – Biodiversidade
- Manejo Agroecológico da Caatinga (27’18”)
- Jardim Botânico (13’27”)
- Um passeio entre contrastes (18’54”)
- Visitação ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (12’28”)
- Das Margens da história às Margens do Purus (22´)
- Não mangue de mim (13’59”)
- Árvores da vida (10’41”)
28 de agosto – Água e Lixo
- Elos das águas (9’)
- Caminho das águas (22’07”)
- Dia Mundial da água (22’28”)
- Detetives do rio (7’04”)
- Copos (2’36”)
- Saindo da lixeira (46’02”)
- Expedição Taquaruçu (8’)
*Para saber a programação de outras cidade do Brasil entre no site:
Olá a todos amigos e parceiros! Nesse mês de julho é notável que o ritmo esteve mais do que lento, pedimos desculpas a todos os nossos leitores. Viagens e trabalhos vêm nos atrapalhando um pouco de continuarmos com uma maior frequência nos posts. Mesmo assim, esperamos que vocês continuem a nos visitar e, mais do que isso, continuem preocupados em buscarmos a consciência e eliminarmos, mesmo que aos poucos, os nossos maus hábitos, buscando sempre viver em harmonia com a natureza.
Venho com esse post mostrar um curta de animação produzido pelo coletivo francês H5 e dirigido pelo argentino Nicolas Schmerkin que ganhou o último oscar de sua categoria e que serve como uma ótima paródia do mundo moderno e globalizado, dominado pelos anúncios publicitários e pelas marcas.
Infelizmente, o vídeo vem sendo censurado pelo Youtube e pelo Vimeo, então não conseguimos uma versão com legendas em português. Vale a pena, entretanto, assistir, mesmo que o seu inglês não seja dos melhores. É impressionante como a publicidade mudou nossas vidas. Hoje, estamos sujeitos aos anúncios quase que o tempo todo. Os meios de comunicação usam e abusam da publicidade, vendendo um universo ilusório e superficial, alimentado de uma necessidade de compra e consumo. Apesar disso, cada vez mais pessoas, descobrem que somos parte fundamental do sistema e do meio ambiente que frequentamos. O caminho é a mudança e não a inércia, e esse tipo de arte nos ajuda a contemplarmos a consciência e o conhecimento. Vamos buscar essa consciência e valorizar o que realmente vale a pena: a família, a verdadeira amizade, o amor, a alegria, a paz e todos os sentimentos que nos é concedido pela natureza.
Um cinema na capital da Lituânia, Vilna, usou bicicletas ergométricas para gerar energia ao seu projetor. E quem pedalar pode assistir ao filme de graça.
Os coordenadores cinema Pasaka, que significa Conto de Fadas, também são fãs de bicicletas e decidiram unir as duas paixões para promover um estilo de vida mais sustentável.
A ideia fez sucesso entre os freqüentadores do cinema. A Espectadora diz: “A idéia de assistir e pedalar é muito legal. Entretenimento e esporte com muita energia.”
As bicicletas são montadas em um palco especial dentro da sala de cinema e conectadas a geradores eletricos ligados ao progetor. A preparação das 8 bicicletas leva cerca de meia hora.
O cinema, que normalmente exibe filmes de arte, passou um filme por semana usando as bicicletas de abril a maio deste ano.
Já falamos aqui sobre diversos assuntos, porém um tema que está na boca de todos e poucas vezes foi comentado, é o futebol. Rumo as quartas de final, os brasileiros se unem para torcer e vibrar pela nossa seleção. Diferente de muitos, o futebol nunca foi uma de minhas paixões, mas não tem como negar Copa do Mundo é Copa do Mundo.
Bicileta sim, há um bom tempo tem sido uma de minhas paixões. Morando na turbulenta cidade de São Paulo, tento conquistar um espaço entre carros, caminhões, buracos e ônibus. Confesso que ainda não são todos os dias, mas pelo menos 4 vezes por semana dou belas pedaladas. Adotá-las como meio de transporte é, além de uma atitude favorável ao meio-ambiente, muito bom para saúde, para o trânsito, para o bolso, para o humor e muitas vezes serve para chegar mais rápido ao seu destino.
Navegando pela internet descobri que a Alemanha desde 1893 conseguiu unir de forma belíssima essas duas paixões: Futebol e Pedalar. O nome do jogo é Cycle Ball.
O legal é que não precisa ser nenhum Robinho para dar suas pedaladas, além do que, todas as partidas são recheadas de gols de bicicleta. Isso porque a regra do jogo é simples; não vale usar nem os pés nem as mãos, só vale usar as rodas e a cabeça. O time é composto por duplas e o objetivo é o mesmo: colocar a pelota dentro do gol.
Assim como o jogo, as bicicletas também tem suas adaptações. Elas não tem freios, seus guidões são na vertical e é possível peladar também de marcha ré. Esse pode até parecer um jogo novo e estranho a primeira vista, porém, assim como no futebol, muitos países Europeus e Asiáticos (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Japão, Eslováquia, Rússia) praticam, torcem e participam do torneiro anual que acontece na Suíça.
É lindo ver a força de 190 milhões de brasileiros unidos torcendo pelo nosso país. Mais lindo ainda seria ver todos juntos buscando um caminho mais sustentável e saúdavel para se viver. A bicicleta com certeza é uma opção para isso. E para isso devemos enfretar os desafios das cidades montados em nossas bikes, reevindicar por sistemas de bicicletas públicas, ciclovias em toda cidade(não apenas de fim de semana) e campanhas de esclarecimento sobre o respeito e os cuidados para com os ciclistas.
É com imenso prazer queQuero Verde Novoconvida vocês para mais um Mundo Gaia na Casa Jaya que será realizado no próximo sábado (19) a partir das 15h. A 7ª edição desse encontro será confraternizada mais uma vez nesse ambiente que vem sendo referência de soluções harmônicas e sustentáveis, reforçando a intenção do evento em não ser apenas mais uma balada, mas sim, um encontro onde os convidados possam desfrutar de boas músicas, de diferentes oficinas e de vivenciar e compartilhar sensações e sentimentos. Dessa vez, o tema do evento é a água! Esse elemento que, sem ele, de maneira alguma poderiamos viver.
Quero Verde Novo faz questão de participar desse evento, por acreditarmos que esse tipo de iniciativa deve ser aproveitada e apoiado por todos aqueles que buscam um estilo de vida mais sustentável e festivo. Estaremos expondo nossos produtos e dialogando com parceiros, amigos e desconhecidos a respeito de mudanças de hábitos, soluções sustentáveis e, claro, a água. A água, esse elemento tão poderoso, que, para muitos é onde surgiu a vida. É notório que vida e água estão intimamente ligados, já que é impossível um ser vivo ficar sem consumir água ou, pelo simples fato, de mais de 60% do corpo humano ser formado por moléculas de água. Não é atoa que a água foi escolhida como tema do evento.
Todo o mundo começa a se preocupar com as reservas de água potável do Planeta Terra. A ONU calcula que hoje 18% da população mundial estão sem acesso a uma quantidade mínima de água de boa qualidade para consumo. E alerta que a situação vai ficar mais drástica, já que, se mantidos os atuais padrões de consumo e de danos ao meio ambiente, o quadro pode piorar muito e rapidamente: calcula-se que, em 2025, dois terços da população global – 5,5 bilhões de pessoas – poderão ter dificuldade de acesso à água potável; em 2050, já seria cerca de 75% da humanidade. É por isso que chamar a atenção para a importância da água é fundamental nos dias de hoje. É necessário que cada vez mais pessoas compartilhem da idéia de que o consumo consciente da água pode mudar esse cenário tão desanimador. E o Mundo Gaia vem justamente para chamar atenção a isso: para todos nós possamos desfrutar da vida e dos recursos naturais do nosso planeta é preciso ter consciência e respeito!
Mundo Gaia contará ainda com a participação da banda Família Gangsters, de toda a equipe da Casa Jaya e Reciclowns (os palhaços que costumam chamar a atenção para o lixo que estamos gerando) e mais um grande grupo de artistas, DJs e músicos criando uma atmosfera perfeita para celebrarmos esse belo encontro em São Paulo. Quem já conhece o evento, com certeza está se programando para comparacer, pois sabe que é especial. Quem ainda não conhece, pode comparecer nesse fim de semana!
Gostariamos de registrar o motivo de nossa ausência por alguns dias do blog. Nós, equipe Quero Verde Novo, estamos envolvidos com vários projetos e, nos últimos dias, estivemos bastante concentrados na finalização da confecção de 350 bolsas feitas a partir de banners de publicidade num projeto em parceria com a Escola Projeto Vida, de São Paulo. As bolsas serão entregues aos pais dos alunos do infantil com todo o material feito durante o primeiro semestre do ano. Essa união resultou na reutilização de mais 250 m2 de banners feitos de plásticos que, se não fosse pela preocupação de algumas agências e oficinas e da união entre o nosso projeto e a escola, iriam parar no lixo. Todo o material foi doado ao projeto Quero Verde Novo, que recebe doações desse tipo de material em São Paulo e em Goiânia. Agradecemos a compreensão e as visitas.
Esperamos vocês nesse sábado para desfrutarmos do belo Mundo Gaia!
Muito se discute a respeito do que fazer com as mídias eletrônicas que entram em desuso em decorrência do aparecimento de novas tecnologias, no entanto, ainda temos poucas opções palpáveis que solucionem com eficiência o problema desse lixo. O que se discute hoje, é que a rápida obsolencia dos aparatos tecnológicos devem ser controlados, ou se não, nadaremos juntos aos nossos computadores e DVDs.
Bem, hoje, eu não quero me aprofundar muito em questões críticas, no entanto, é bom deixar claro alguns pontos. Nós, consumidores, somos culpados pelo crescimento da produção mundial de lixo eletrônico, que hoje, já atinge a abismáveis 50 milhões de toneladas/ano (composto de computadores, celulares, eletroeletrônicos e eletrodomésticos), o que equivale a 5% da produção total do lixo ou um vagão de trem de carga capaz de dar a volta no Planeta Terra. Além de nós, Governos e Empresas também tem grande parcela de culpa. Leis cada vez mais claras e rígidas devem ser aprovadas pelo Governo para controlar a taxação sobre as empresas que produzem essas tecnologias e que eles tenham a chamada “responsabilidade pós-consumo”, quando os produtores tem a responsabilidade pelo produto após ele entrar em desuso. Entre as substâncias tóxicas encontradas no lixo eletrônico figuram mercúrio, chumbo, cádmio, belírio, arsênio, retardantes de chamas (BRT) e PVC. Estas substâncias podem causar diversos danos à saúde humana, tais como distúrbios no sistema nervoso, problemas nos rins, pulmões, cérebro e envenenamento.
Como não podemos resolver todos os problemas do mundo de uma hora para a outra, devemos começar com ações que estejam mais próximas ao nosso alcance. Muitas vezes, o melhor lugar para começar é dentro de casa, onde normalmente guardamos várias coisas que já não tem utilidade. Os disquetes são velhos conhecidos dos computadores, muitos nem os lêem mais, e também do fundo das gavetas. Pela sua forma geometrica é fácil aparecer idéias de como reutilizá-los! Pesquisando na internet tentei trazer alguns exemplos de como desocupar as gavetas e enfeitar sua casa.
As primeira fotos são de dois modelos bolsa super bacanas, mas não encontrei nenhum link explicando como produzi-las ou onde vendesse modelos parecidos. Já a segunda é obra de Rafa Gibrim postada em seu flicker.
No entanto, uma ótima maneira de unir os disquetes são os elos de metal e cola. Segue abaixo um “Como faz?” porta treco com disquetes, que usam essa técnica.
Primeiramente é preciso juntar os 4 disquetes que vão ficar nas laterais, unindo-os com elos de metal. Na imagem, os elos eram pequenos e foi necessário fazer pequenos furos no disquete, no entanto, há no mercado elos do tamanho exato para encaixar nos buracos já existentes em qualquer disquete.
Depois, basta colar a base, o último dos 5 disquetes, com cola e já está pronto.
E para finalizar o post com chave de ouro, vai um exemplo simples de como fazer um vasinho usando disquetes e uma lata ou uma embalagem PET.
A natureza tem seus ritmos e seus ciclos. É possível percebê-los e integrar-se com eles, mesmo no ambiente urbano.
Sustentabilidade é uma construção coletiva, que abrange todos os campos de atividade: social, cultural, ambiental, econômica e espiritual. A Humanidade pode se reconectar e re-aprender a fluir com o todo. É possível desenvolver a confiança e a atenção plena para construir o Bem, o Bom e o Belo, aqui e agora. Seja em casa, no trabalho, na escola ou no bairro. O primeiro passo é acreditar. Crise é oportunidade para Criar! Venha descobrir quais transformações podem tornar sua vida melhor, mais eficaz, mais leve e mais sustentável, em cada pequeno gesto e opção.
A UMAPAZ trará no dia 26 maio, às 19h, Neusa Árbocz, para dialogar sobre as possibilidades e soluções para os desafios socioambientais atuais, fortalecendo a sustentabilidade de cada um.
A palestrante é Bacharel e pós-graduada em Ciências da Comunicação, especializou-se na metodologia da Educação Gaia e certificou-se pela GEN – Global Ecovillage Network em formação de Comunidades Intencionais e Design Sustentável e pela Sharing Nature, em Ensino Vivencial.
Serviço: Programa DIÁLOGO COM AS ECOVILAS
Palestra: Sustentabilidade no Dia a Dia
Palestrante: Neuza Árbocz – Saphire
Público focalizado: Interessados em práticas de sustentabilidade no cotidiano
Dia e Horário: 26 de maio, das 19h às 21h
Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268, Portão 7-A – Parque Ibirapuera
Coordenação: Eveline Limaverde
(Não é necessária inscrição prévia. Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência)
A Carta da Terra está lançando a nova campanha internacional produzida no Brasil.
“Começa com você… em se transformar para transformar o mundo. Ampliar seus horizontes e ver que tudo está interligado, que somos uma única fámilia na terra onde pessoas, plantas e animais estão conectados. Portanto precisamos de um sentido de responsabilidade universal, de espírito de solidariedade, colaboração global. O futuro das novas gerações começa por você. Somos todos cidadãos terra e sonhamos com um mundo global mais justo mais sustentável e mais pacífico, onde todos vivem felizes, em paz e harmonia. Carta da Terra, Começa Com Você”
O filme, que tem versões em 12, 15, 30 e 60 segundos, conta com 120 crianças da Casa do Zezinho. Além de ressaltar a importância de colocar os interesses pelo bem comum do planeta acima dos interesses individuais, o conceito príncipal da campanha tenta passar a mesma mensagem que Gandhi vinha difundindo a muito tempo e continua a ecoar em nossas cabeças: “Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo“.
Todos os envolvidos no projeto trabalharam gratuitamente. Faça a sua parte e ajude a divulgar esse belo trabalho!
“O poeta Affonso Romano de Sant’Ana e o prêmio Nobel de literatura, o portugues José Saramago, fizeram da cegueira tema para críticas severas à sociedade atual, assentada sobre uma visão reducionista da realidade. Mostraram que há muitos presumidos videntes que são cegos e poucos cegos que são videntes. Hoje propala-se pomposamente que vivemos sob a sociedade do conhecimento, uma espécie de nova era das luzes. Efetivamente assim é. Conhecemos cada vez mais sobre cada vez menos. O conhecimento especializado colonizou todas as áreas do saber. O saber de um ano é maior que todo saber acumulado dos últimos 40 mil anos. Se por um lado isso traz inegáveis benefícios, por outro, nos faz ignorantes sobre tantas dimensões, colocando-nos escamas sobre os olhos e assim impedindo-nos de ver a totalidade.
O que está em jogo hoje é a totalidade do destino humano e o futuro da biosfera. Objetivamente estamos pavimentando uma estrada que nos poderá conduzir ao abismo. Por que este fato brutal não está sendo visto pela maioria dos especialistas nem dos chefes de Estado nem da grande mídia que pretende projetar os cenários possíveis do futuro? Simplesmente porque, majoritariamente, se encontram enclausurados em seus saberes específicos nos quais são muito competentes mas que, por isso mesmo, se fazem cegos para os gritantes problemas globais.
Quais dos grandes centros de análise mundial dos anos 60 previram a mudança climática dos anos 90? Que analistas econômicos com prêmio Nobel, anteviram a crise econômico-financeira que devastou os países centrais em 2008? Todos eram eminentes especialistas no seu campo limitado, mas idiotizados nas questões fundamentais. Geralmente é assim: só vemos o que entendemos. Como os especialistas entendem apenas a mínima parte que estudam, acabam vendo apenas esta mínima parte, ficando cegos para o todo. Mudar este tipo de saber cartesiano desmontaria hábitos científicos consagrados e toda uma visão de mundo.
É ilusória a independência dos territórios da física, da química, da biologia, da mecânica quântica e de outros. Todos os territórios e seus saberes são interdependentes, uma função do todo. Desta percepção nasceu a ciência do sistema Terra. Dela se derivou a teoria Gaia que não é tema da New Age mas resultado de minuciosa observação científica. Ela oferece a base para políticas globais de controle do aquecimento da Terra que, para sobreviver, tende a reduzir a biosfera e até o número dos organismos vivos, não excluidos os seres humanos.
Emblemática foi a COP-15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague. Como a maioria na nossa cultura é refém do vezo da atomização dos saberes, o que predominou nos discursos dos chefes de Estado eram interesses parciais: taxas de carbono, níveis de aquecimento, cotas de investimento e outros dados parciais. A questão central era outra: que destino queremos para a totalidade que é a nossa Casa Comum? Que podemos fazer coletivamente para garantir as condições necessárias para Gaia continuar habitável por nós e por outros seres vivos?
Esses são problemas globais que transcendem nosso paradigma de conhecimento especializado. A vida não cabe numa fórmula, nem o cuidado numa equação de cálculo. Para captar esse todo precisa-se de uma leitura sistêmica junto com a razão cordial e compassiva, pois é esta razão que nos move à ação.
Temos que desenvolver urgentemente a capacidade de somar, de interagir, de religar, de repensar, de refazer o que foi desfeito e de inovar. Esse desafio se dirige a todos os especialistas para que se convençam de que a parte sem o todo não é parte. Da articulação de todos estes cacos de saber, redesenharemos o painel global da realidade a ser comprendida, amada e cuidada. Essa totalidade é o conteúdo principal da consciência planetária, esta sim, a era da luz maior que nos liberta da cegueira que nos aflige.”
Há alguns dias fizemos um post a respeito do Nova Terra Festival, que foi realizado no Rio de Janeiro. Falamos sobre o quão belo e empolgante foi o evento e prometemos voltar ao tema. No entanto, dessa vez para falar sobre um tema mais específico que foi muito discutido nessa oportunidade, a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu. O temor que essa região, na Mata Amazônica, vive hoje com a iminência dessa construção foi representado pelos fortes apelos de Líderes indígenas, ONGs e pessoas comuns no evento. Essa, seria a terceira maior usina hidrelétrica do mundo.
A questão é bem antiga e já rende debates há mais de 3 décadas. Contudo, no final de abril, depois de ter sido cancelado algumas vezes, o leilão para a definição da construtora da Usina de Belo Monte foi realizado. Mesmo assim, inúmeras questionamentos judiciais e sociais lutam para a não construção da Hidrelétrica, que prejudicará povos ribeirinhos e indígenas e transformará o ciclo de vida de várias espécies e ecossistemas. O mundo inteiro sabe, ou pelo menos imagina, a importância da Mata Amazônica para o equilíbrio do Planeta Terra. No entanto, o Governo Brasileiro parece ignorar isso ao garantir que, se preciso, construirá a usina sozinho. Várias empresas privadas tem desistido de entrar no pacotão de investimentos, temendo um fiasco financeira e preocupando-se com os reais desiquilíbrios que isso provocará, mesmo assim o “nosso” Governo promete que essa piada salvará a vida de várias pessoas e alavancará o desenvolvimento da região, quando, na verdade, servirá para enxer os bolsos de alguns “privilegiados” e destruir ecossistemas riquíssimos de vida e diversidade.
Como bem lembrou Haru Kuntawa, um dos líderes indígenas presente, em seu apelo: a questão do Xingu, não é apenas dos povos do Xingu, é uma questão Planetária! Há inúmeros caminhos de desenvolvimento sustentável para aquela região. O Brasil está em pleno desenvolvimento e não pode esquecer-se que usinas hidrelétricas não são a única fonte de energia e que agora é o momento ideal para optarmos por um caminho mais limpo, um caminho mais verde e sustentável! Muitos concordaram em assinar um documento desenvolvido pela Assossiação dos Moradores de Gaia que defende a não construção da Usina de Belo Monte, que de belo não tem nada, e presa por um desenvolvimento sustentável para aquela e todas as regiões!
Esse cidadão é Haru Kuntawa, liderança indígena da Amazônia e Embaixador da Embaixada da Paz Mundial. O vídeo foi gravado pela equipe Quero Verde Novo e faz parte do material bruto captado. Estamos trabalhando num vídeo mais elaborado e outros depoimentos, acreditando que chamar a atenção pública para essa situação é nosso dever e que temos o poder de dissuadir o Governo a realizar essa obra faraônica.
Você pode compreender melhor a história da construção da Usina aqui.
Aqui você tem acesso a leitura do documento realizada no Festival Nova Terra. Esse documento foi apresentado e assinado pelos participante.
Muito obrigado pela preciosa atenção de vocês, gratidão total!!
Antes as fitas K7, agora é a vez dos CD’s ficarem obsoletos. Por conta dos novos aparelhos de som com entradas USB’s e conexões com MP3 os CD’s estão entrando cada vez mais em desuso. Esse é um produto que pode ser reciclado, porém somente empresas internacionais conseguem desmagnetizar e separar o plástico da liga metálica e dar o destino certo para cada parte. A“Software Manufacturer’s Association” (USA) estima que menos de 30% dessas mídias de software para computadores são recicladas, ou seja, milhares são despejadas diariamente em aterros sanitários e levarão cerca de 450 anos para entrarem em decomposição.
Investir na reciclagem desse tipo de material pode ser um bom negócio, porém enquanto essa tecnologia não chega ao nosso alcance devemos acima de tudo reduzir o consumo e descobrir novas formas de REUTILIZAR.
“Já não é necessário ser naturalista para ver que nossas cidades são monstruosas. Todos começamos a sentir que o que chamamos de “progresso” é, na verdade, uma corrida grotesca que nos torna cada dia mais neuróticos e desequilibrados. Necessitamos de compensações. O jardim pode ser uma destas compensações. Tivéssemos mais jardins públicos e privados, seria mais amena e menos embrutecedora a vida nas cidades.”
Depois de um final de semana emocionante no Nova Terra Festival, venho fazer esse post. Chegamos ao evento sábado de manhã e ficamos impressionados com a ótima estrutura do palco principal e com a ampla área que já estava sendo distribuída para estudiosos e artistas que vinham de vários lugares do mundo com o intuito de divulgar suas crenças e suas iniciativas, em prol de uma Nova Era. Quero Verde Novo não poderia ficar fora, e logo nos instalamos.
O que se pôde notar foram pessoas compartilhando um espíritode troca muito grande e uma energia muito forte pairando no Sítio. Várias crianças estiveram presentes, trazendo um brilho ainda maior ao evento. Povos indígenas de todas as Américas foram realizar a Conferência Indígena das Américas, guiando vários rituais de cura e de celebração e discutindo a respeito de várias causas não só indígenas, mas planetárias. Estiveram presentes também, vários músicos, especialistas, artistas, estudiosos, cineastas documentaristas e líderes de diversas religiões. Provavelmente, nunca se tenha visto um evento com esse caráter e desse porte no Brasil. E, quem esteve presente, com certeza, só tem a agradecer a Mãe Terra!
O motivo desse post é agradecer não só a Mãe Terra, mas todos os que fizeram esse evento se realizar de maneira tão forte e bela: todos que passaram por ali, levaram o melhor de si, com certeza. Agradecemos em especial a produção, pela oportunidade dada ao Quero Verde Novo de participar desse momento tão empolgante. Muitos eventos tem prometido trabalhar com a sustentabilidade e o meio-ambiente, já que hoje esse é o tema principal a ser discutido no mundo, no entanto, poucos realmente o fazem. É sim muito complicado realizar encontros desse porte e com tamanho investimento, mas o pessoal da Nova Terra Festival cumpriu, na medida do possível, tudo o que havia prometido até então, surpreendendo a imensa maioria pelo trabalho realizado. O que se pode notar, realmente, foi uma Nova Terra!
Podemos notar que não estamos sozinhos nessa caminhada em busca de organizações sociais sustentáveis e que valorize a vida. Vamos dedicar alguns posts para tentarmos passar um pouco do que absorvemos desse encontro tão forte! É bom deixar claro, que nem só de celebrações e rituais o Nova Terra Festival foi construído. Documentos foram assinados para fortalecer a data e muito discutiu-se a respeito dos problemas e soluções de causas que envolve toda a humanidade e os ecossistemas e seus seres vivos do Planeta Terra. Fique atento para a Nova Terra!
As fotos foram produzidas, parte pela Equipe Quero Verde Novo,e parte pela EquipeMistura Viva, que também participou do encontro.
“A terra produziria sempre o necessário se o homem soubesse se contentar. Se o que produz não é bastante para todas as necessidades, é porque emprega no supérfluo o que deveria utilizar no necessário. Observai o árabe no deserto: encontra sempre com o que viver, porque não cria necessidades artificiais. Porém, quando a metade da produção é desperdiçada para satisfazer fantasias, deve o homem se espantar de não encontrar nada em seguida? E terá razão de se queixar por estar desprovido quando chega a época da escassez? Na verdade, não é a natureza que é imprevidente, é o homem que não sabe regrar sua vida.”
Iniciando a agenda cultural do mês de maio, temos o prazer de convidá-los para mais um evento onde o foco principal é a sustentabilidade e a discussão sobre o meio ambiente:Nova Terra Festival será realizado nos dias 1 e 2 de maio no Sítio das Pedras em Vargem Pequena, a 40 minutos do centro do Rio de Janeiro. Num lugar exuberante, o festival promete ser um encontro daqueles que estão buscando uma maior consciência em si mesmos, acreditando em formas mais harmônicas e sustentáveis no Planeta. Os participantes terão a oportunidade de celebrar o começo de uma Nova Era com shows, palestras, workshops, rituais, terapias, vivências, alimentação saudável e filmes.
A Equipe Quero Verde Novo estará no evento expondo os nossos produtos e discutindo sobre reutilização de lixo e as perspectivas para o futuro. E claro, acompanhando o evento, já que em todas as áreas os convidados são interessantíssimos. No palco principal o que se pode perceber é uma abrangência de linhas e gostos musicais, ou seja, o evento realmente promete fugir de rótulos ou tribos, mas sim fazer um encontro onde as pessoas estejam unidas pela vontade de transformarmos o meio em que vivemos! De qualquer forma, destaco aqui as apresentações de Arnaldo Antunes & Edgard Scandurra e o lançamento do novo cd de MV Bill no dia 1º e as da banda Natiruts e do mestre Jorge Ben no dia 2. Além deles, teremos vários outras bandas e artistas ligados as causas defendidas pelo evento que se apresentarão parte no Palco Principal, e a outra no Palco Alternativo.
As palestras também são muito chamativas. Teremos a presença de vários indígenas, realizando a Conferência Indígena das Américas que contará com 7 palestras no sábado. Domingo continuará tendo palestras debatendo sobre a Nova Era, os deveres e a espiritualidade humana. Vários rituais de diferentes culturas e religiões e diversas práticas serão realizadas no festival. Nova Terra promete, realmente, ser um grande encontro! Esperamos que vocês venham participar conosco e que cada um traga o melhor de si!
“O todo sem a parte não é todo,
A parte sem o todo não é parte,
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga, que é parte, sendo todo..” Gregório de Matos
A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) – www.anda.jor.br – realizará um show para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, HOJE, no SESC Pompeia (choperia), às 21h.
Grandes nomes da música brasileira, como: Fernanda Porto, Nuno Mindelis, Palavra Cantada, Patrícia Marx, Renato Teixeira, Teatro Mágico já estão confirmados. As atrizes Gabriela Duarte e Lúcia Veríssimo e o ator Marcelo Médici também estarão presentes para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes. O espetáculo será apresentado pelo músico Carlos Careqa e pelas atrizes Paula Ribas e Sttella Gulo Blaster.
Todos os ingressos já foram vendidos mas serão sorteados alguns nas próximas horas. Para concorrer aos ingressos, basta seguir o perfil da ANDA no Twitter ( @andanews ) e fazer RT da seguinte mensagem: Quero ir ao show ANDA – Música e Consciência: pelos animais, pelo Planeta: http://migre.me/AkGNSiga-nos, dê RT e concorra!
O resultado do sorteio será divulgado nas próximas horas e os ingressos estarão disponíveis em nome do vencedor, na bilheteria do Sesc Pompeia. Boa sorte.
Você sabe o que é Pegada Ecológica? Em decorrência da crescida abordagem dos temas sobre o aquecimento global e o consumo consciente, vários termos têm sido criados e/ou ganhado força. Pegada Ecológica ou Ecological Footprint, em inglês, é usado no mundo inteiro como um indicador de sustentabilidade ambiental.
A expressão é usada há mais de uma década e ajuda a nos alertar o quanto as sociedades tecnológicas e modernas são impactantes ao nosso Planeta. A Pegada de países desenvolvidos costumam ser bem maiores que as de países em desenvolvimento. O indicador refere-se especificicamente à quantidade de terra e água necessárias para sustentar a sociedades, seus cidadãos, suas máquinas, hábitos e necessidades. Calcula-se que precisaríamos de 3 Planetas Terra para suprir a necessidade de nossa sociedade atual.
Essa campanha feita pela WWF chama atenção para a importância de estarmos diminuindo nossa pegada ecológica. No site pegadaecologica você pode calcular a sua pegada e ver dicas de como diminuí-la e viver de forma mais sustentável! Vale a pena conferir!
Crianças indianas saíram nesta quinta-feira (22) às ruas de Nova Déli para chamar atenção da sociedade sobre os efeitos do aquecimento global, aproveitando as comemorações do “Dia da Terra”, que este ano está na sua 40ª edição
Balão gigante representando 1 tonelada de carbono é exposto em Taiwan. As emissões globais já chegam a quase 29 trilhões de vezes esse tamanho.
O Dia do Planeta Terra foi criado em 1970 nos Estados Unidos, pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson. Festejado em 22 de abril, foi o primeiro protesto nacional contra a poluição e ganhou países adeptos ao movimento, a partir de 1990. Coincidência ou não, é também o Dia do Descobrimento do Brasil, uma “terra abençoada por Deus”, como costuma cantar o nosso povo.
Se pensarmos que o Dia do Planeta Terra nasceu como um protesto à poluição em 1970, podemos avaliar o que a humanidade conseguiu fazer nos últimos (quase) 40 anos. De acordo com as notícias que têm sido constantemente veiculadas na mídia internacional, parece que muito, muito pouco tem sido feito de lá para cá. Os rios estão cada vez mais poluídos, as florestas desmatadas, o ar carregado. A violência invade os lares, as escolas, as empresas e todos os espaços coletivos. O lixo é jogado nas ruas ao invés de ser reciclado. A água, o bem mais precioso da humanidade, está escassa. As geleiras estão derretendo. O homem, o único que poderia fazer alguma coisa, está mais preocupado com a economia de seus países.
Como fica a saúde emocional, física e mental do nosso planeta? Apesar dos prognósticos pessimistas, mas reais, ainda existem pessoas e entidades interessadas em manter o equilíbrio do planeta. Elas fazem parte de uma minoria consciente, formada por idealistas que querem fazer uma diferença no mundo. As crianças fazem parte desse grupo, junto com jovens cheio de sonhos e adultos. Ongs, instituições, empresas, iniciativas públicas e escolas estão a cada dia mais se mobilizando, unindo pessoas em prol de um único objetivo maior: salvar o Planeta Terra. por Deborah Dubner e Lilian Sartório
Para marcar as comemorações oficiais de 10 anos do documento Carta da Terra e celebrar o dia do Planeta, a bandeira da Terra, em tamanho oficial, será erguida no dia 22 de abril por crianças no Parque Ibirapuera (Av. Quarto Centenário s/n – Portão 07) às 10 em solenidade conjunta com a UMAPAZ (Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura de Paz). A líder do movimento voluntário da Carta da Terra no Brasil, Cristina Moreno, afirma: “A Carta pode ser vista como uma espécie de Constituição do Planeta Terra. Se todos a seguirmos a risca, alcançaremos mais facilmente a tão sonhada sustentabilidade planetária. E para nos inspirarmos a pensar no todo, nada melhor do que hastear a bandeira da Terra na maior cidade do país”.
“Cada homem tem uma esfera infinita de responsabilidade, responsabilidade perante o infinito… Cada homem com todo o seu ser e fazer determina o destino do mundo numa medida desconhecida para ele e todos os outros; porque a causalidade que podemos perceber é deveras somente um minúsculo segmento da ação inconcebível, multiforme, invisível de todos em relação a todos. Assim, cada ação humana é um receptáculo de responsabilidade infinita.”
Falar sobre lixo eletrônico já virou um tema recorrente por aqui. Mais importante do que falar é descobrir o quê FAZER com tanto resíduo. Steven Rodrig descobriu o quê fazer a sua maneira. Trabalhando em uma empresa que produzia placas de circuíto eletrônico ou PCB’s (printed circuit board) percebeu a beleza e o quão orgânico era o design daquelas peças. Impressionado com uma placa específica, veio então a idéia de transformar muitas daquelas peças em um objeto maior e mais complexo, sem perder a essência orgânica e que mantivesse o aspecto eletrônico.
Steven nunca estudou arte, ou fez algum curso. O que ele fez foi ter um olhar diferente sobre aquilo que estava acostumado a ver todo dia. Pare e respire fundo por alguns segundos e olhe ao seu redor. Repare o que vem, o que vai, de onde vem para onde vai. Será que precisa ir para o lixo ou podemos criar um novo sentido? Um novo destino é possível. Tente, tenho certeza que o resultado será surpreendente! Fica a dica, aquele abraço…
Gostariamos de agradecer a presença de todos os que puderam celebrar conosco o Mundo Gaia na Casa Jaya, no último sábado. Agradecemos também aos queridos parceiros organizadores e responsáveis pelo espaço cultural. Todos nós só temos o que comemorar com mais essa edição do encontro. O que se pôde ver foram: muitas pessoas lindas e amorosas, músicos e artistas de primeira qualidade e iniciativas maravilhosas. A Casa Jaya vem crescendo cada vez mais, e já é uma referência em São Paulo de espaço que contempla novos valores, que busca transformações culturais e pessoais e que junta cabeças pensantes!
Além de expor nossos produtos e conversar com várias pessoas, Quero Verde Novo organizando a exposição de vídeos e promoveu uma intervenção artística feita com tetra pak, poster de filmes e tinta, realizada em parceria com o artista urbano Ricardo Pennino.
A espera de mais eventos assim em São Paulo e no mundo! Grato!
A série de posts intitulada “Carta da Terra em Ação” chegou ao fim. Abordamos aqui cada pedaço desse tão importante texto que nos inspira compromisso, cooperação e mudança. Nós doquero verde novo acreditamos que esse é o melhor documento já elaborado, que servirá como base para nortear nossas ações e objetivos. Faça como nós, e ajude a divulgá-la e colocá-la em prática, para que assim possamos contruir um planeta mais harmônico, ético e sustentável.
A partir de hoje o texto da Carta da Terra completo estará disponivel em uma página exclusiva do blog, assim como fizemos com “idéias muito verde”. Para acessar é só cliclar no botão “Carta da Terra” no menu superior. Boa leitura e boa reflexão.
Em parceria com a Casa Jaya, será realizado mais um encontro Mundo Gaia em São Paulo, no próximo sábado (10). É com enorme prazer que a equipe Quero Verde Novo, em nome dos parceiros organizadores do evento, vem convidá-los para a 6ª edição do evento, que já faz parte da agenda de vários artistas e pessoas que estão empenhadas em cultivar o amor e celebrar as artes, o respeito e a natureza. Por sinal, dessa vez a homenagem será a todos os ANIMAIS, nós, seres humanos e todos os outros seres que habitam esse Planeta.
O espaço aconchegante e belo da Casa Jaya promete, como de praxe, recepcionar bem os visitantes. Para quem ainda não conhece esse a encantadora Casa, vale a pena conferir, pois se trata de uma assossiação de jovens que tem a intenção de buscar soluções harmônicas para o meio urbano.Jaya abre as portas e junta-se ao Mundo Gaia, então, é oferecido o banquete aos ANIMAIS homens: música de qualidade e bom gosto, vivências, discussões, oficinas, massagens, reiki, palestras e exposições.
Nós, Quero Verde Novo, teremos o prazer de participar da festa. Estaremos expondo nossos produtos, conversando a respeito de reciclagem e meio ambiente e promovendo uma exposição de vídeo durante todo o evento, que começa às 15h e termina as 23h. Estamos esperando vocês!
Nessa semana os consumidores poderão conhecer produtores e produtos certificados como ambientalmente corretos e socialmente justos durante a 4ª Brasil Certificado, feira que o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) promove, nos dias 7 a 9, em São Paulo, em parceria com várias entidades ambientais.
A novidade este ano é que estarão expostos produtos variados como móveis, pisos, papel, chocolate, informou à Agência Brasil o secretário executivo do Imaflora, Luis Fernando Guedes Pinto. “A grande novidade é o varejo”. Para o consumidor que pretende redecorar sua casa com produtos fabricados de forma sustentável, a 4ª Brasil Certificado é uma grande oportunidade de conhecer os produtos ambientalmente corretos.
Um exemplo é a Tora Brasil, empresa que trabalha com peças artesanais exclusivas, feitas em madeira proveniente de áreas de manejo florestal, como pau santo, ipê, pequiá e muiracatiara. O processo de produção mostra preocupação com a emissão mínima de carbono e redução do gasto de energia elétrica.
Durante a feira serão apresentados produtores, empresas e produtos com dois tipos de certificação, a do Forest Stewardship Council (FSC), que define padrões mundiais para uma boa utilização das florestas e a certificação de Rede de Agricultura Sustentável, que garante práticas agrícuolas responsáveis.
Nos três dias de evento, o visitante também poderá participar do Forúm de Negócios, um dos principais espqaços de discussão e solução para questões socioambientais nos setores florestal e agrícola.
IV Brasil Certificado – Feira de Produtos Florestais e Agrícolas Certificados. Conheça quem produz, conserva o meio ambiente e respeita os trabalhadores e as comunidades.
De 07 a 09 de abril de 2010 – Centro de Eventos São Luís
R. Luís Coelho, 323 – São Paulo
Horário da Feira – Das 13h00 às 20h00
Como nunca antes na História, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa destes princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta.
Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável nos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global que gerou a Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca conjunta em andamento por verdade e sabedoria.
A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Entretanto, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade tem um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva.
Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacionalmente legalizado e contratual sobre o ambiente e o desenvolvimento.
Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação dos esforços pela justiça e pela paz e a alegre celebração da vida.
Nesta segunda-feira, as 22h o Roda Viva apresenta a entrevista gravada com o jornalista americano Jeffrey Smith, fundador do Instituto Pela Tecnologia Responsável.
Jeffrey Smith é um dos maiores críticos da produção de alimentos geneticamente modificados. Em seu trabalho, ele levanta questões sobre a produção de transgênicos, rebate os argumentos da indústria e apresenta falhas na regulamentação de produtos que utilizam transgênicos.
O Instituto Pela Tecnologia Responsável, fundando por ele, financia pesquisas independentes de segurança de alimentos. Os dados levantados fazem parte dos argumentos utilizados por ele para explicar que a produção e consumo de alimentos transgênicos oferecem riscos aos humanos e ao meio ambiente.
Jeffrey Smith lidera uma campanha para uma alimentação mais saudável nos Estados Unidos – um movimento que pretende remover todos os organismos geneticamente modificados da indústria de alimentos naturais.
Participam como convidados entrevistadores:
Washington Novaes, jornalista e supervisor do quadro Biodiversidade do programa Repórter ECO, da TV Cultura e articulista do jornal O Estado de S. Paulo; Fernando Lopes, editor de Agronegócios do jornal Valor Econômico; Alexandre Mansur, editor de ciência e tecnologia da revista Época e Flavio FInardi Filho, professor associado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.
Colaboradores:
Maira Begalli, gestora ambiental (@mabegalli); Isis Diniz, jornalista (@isisrnd); Jorge Cordeiro, assessor de imprensa da ONG Greenpeace (@jhcordeiro) e Manoel Jr. (flickr).
Apresentação: Heródoto Barbeiro
O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
www2.tvcultura.com.br/rodaviva
A garrafa PET (sigla para politereftalato de etila, um poliéster ou polímero termoplástico descoberto por dois químicos britânicos em 1941 e usado em larga escala na indústria de embalagens e tecelagem) já virou íntima faz tempo da grandíssima maioria do ocidentais de hoje. Só no Brasil, é produzido 400 mil toneladas desses vasilhames por ano e menos de 50% vai para a reciclagem, ou seja, a maior parte desse material é descartado de maneira incorreta no nosso meio ambiente.
As empresas que utilizam esse material, que demora até 100 anos para se decompor, são as maiores responsáveis por tanta produção desse lixo que rapidamente é descartável. No entanto, nós, consumidores, também temos que assumir essa responsabilidade, buscando maneiras de reutilizar esse material, além de estarmos sempre cobrando atitudes por partes das empresas fabricantes. Pensando em ajudar o internautas a ter mais idéias de como reutilizar as garrafas, escolhemos algumas dicas
A primeira delas é esse cabide que fica bonita e reutiliza duas garrafas PET de 600 mL.
Outra dica é esse porta-lápis que você pode deixar em qualquer cantinho de casa e ainda serve para incentivar os seus visitantes a pensarem no assunto. Para saber como fazê-lo, passo a passo, clique aqui.
E para aqueles que gostam de plantas e estão sempre corridos no dia a dia da cidade ou viajando por aí, tem esse regador de água automático, super fácil de fazer. Confira abaixo as indicações:
A Faça um pequeno furo na tampa da garrafa de 2 litros com um saca rolhas. Compre um dosador de farmácia e encaixe no furo da tampinha.
B Faça, com um tesoura, um pequeno furo numa sacola de supermecado. A seguir, encha a garrafa com água e feche. A coloque de cabeça para baixo na sacola e certifique-se de passar tanto a tampa como o dosador pelo furo da sacola.
C Agora, basta pendurar a sacola acima da sua plantinha e regular o contador como quiser.
Vale lembrar que outras maneiras de diminuirmos os impactos causados por essas embalagens é encaminhá-las para coleta seletiva e criar o hábito do consumo consciente. Podemos diminuir o consumo dos produtos que venham em garrafas PET, além disso, quando tivermos a oportunidade de consumir os refrigerantes que venham em embalagens retornáveis de vidro devemos dar preferência a eles.